Direção – Adam Robitel
Elenco – Taylor Russell, Logan Miller, Jay Ellis, Tyler Labine, Deborah Ann Woll, Nik Dodani, Yorick van Wageningen.
Seis desconhecidos recebem um estranho cubo e um convite para participar de um jogo em que o vencedor receberá dez mil dólares.
Ao chegarem na sede da empresa que os convidou, eles descobrem que estão presos em uma sala e que uma surpresa desagradável os espera. Eles precisam decifrar um enigma para escapar da sala. O problema é que são várias salas em sequência e um erro pode causar a própria morte.
Ao chegarem na sede da empresa que os convidou, eles descobrem que estão presos em uma sala e que uma surpresa desagradável os espera. Eles precisam decifrar um enigma para escapar da sala. O problema é que são várias salas em sequência e um erro pode causar a própria morte.
Este competente longa de suspense é mais uma obra que bebe na fonte do ótimo “Cubo” dirigido por Vincenzo Natali em 1997, além de explorar algumas ideias da franquia “Jogos Mortais”. O citado “Cubo” praticamente criou um gênero em que desconhecidos se descobrem presos em algum local e precisam se unir para entender o que está ocorrendo, descobrir qual a ligação entre eles e sobreviver.
Este “Escape Room” explora também um jogo real que foi criado há alguns anos onde algumas pessoas ficam presas em um sala tentando decifrar pistas para escapar, o que provavelmente também foi inspirado no filme “Cubo”.
Um dos acertos aqui é a produção caprichada que cria armadilhas assustadoras. A ligação entre os personagens e o porquê do jogo também são criativos, mesmo com um final que poderia ser melhor, além é claro do habitual gancho para uma possível continuação.
O elenco não é dos melhores, com destaque apenas para os personagens de Logan Miller e Tyler Labine.


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